Uma noite, voltando da faculdade por volta da meia-noite, escutei passos atrás de mim. Virei-me e vi um homem me seguindo com um canivete na mão. Comecei a correr e ele vinha atrás de mim, gritando coisas absurdas sobre o que faria comigo se me pegasse. Ao passar correndo em frente à loja de Umbanda, gritei bem alto:
"BOA NOITE, ZÉ PILINTRA!"
Segundos depois, escutei uma gargalhada, e o homem que me seguia passou por mim correndo — numa velocidade absurda para a idade dele — rezando e fazendo o sinal da cruz. Meu coração estava acelerado demais; acabei parando e olhando para trás por curiosidade.
Lá estava Zé Pilintra na porta da loja, sorrindo. Ele levantou o chapéu e, sem dizer absolutamente nada, sumiu! Desde então, ele é meu grande amigo e protetor.
Salve, Seu Zé Pilintra! Salve sua banda!
Autor desconhecido
Texto encontrado em diversos sites e redes sociais na internet
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