domingo, 12 de julho de 2026
Aconteceu - Sessão de Mesa Branca
quarta-feira, 24 de julho de 2024
A morte não é o fim
A morte é talvez um dos momentos mais difíceis da vida. É difícil aceitá-lo e entendê-lo, porque não aprendemos a fluir com ele, nem a torná-lo parte de nós.
MELHORA DE SAÚDE ANTES DO DESENCARNE
Pergunta: Como poderíamos entender a pressão exercida pelos parentes de um moribundo, na hora de sua desencarnação, obrigando-o a lutar contra a morte do corpo?
Ramatis: O confrangimento, o desespero e a inconformação dos familiares e amigos, em tordo do agonizante, produzem filamentos de magnetismo denso, que imantam o espírito desencarnante ao seu corpo material, como se se tratasse de vigorosas cordas vivas a susterem a alma em agonia. Conforme podereis comprovar pela extensa literatura espírita, há casos em que os espíritos assistentes dos desencarnantes procuram neutralizar esses efeitos perniciosos, lançando mão do estratagema de restaurarem as forças magnéticas do agonizante e fazendo o seu organismo físico obter visível recuperação de vida. Ante a melhoria súbita - que é muito comum nos fenômenos da agonia - acalmam-se os temores dos familiares e cessa a angústia que retinha o espírito no corpo carnal; abrandam-se ou extinguem-se, então, os fios magnéticos que imantam o moribundo à carne, porque as mentes dos presentes também deixam de produzir essas forças magnéticas negativas e agrilhoantes, que resultam de grande ignorância espiritual dos encarnados a respeito do fenômeno da morte corporal e da imortalidade do espírito. Essa súbita convalescença na hora da agonia, muito comentada na Terra, é que deu lugar ao velho rifão; "Melhora do moribundo, visita da morte!"
Fonte: Ramatis - "A Vida Além da Sepultura"
Jornal Umbanda Branca - ANO IV – Nº. 35 – MAIO - JUNHO - JULHO / 2008
Caboclos e Pretos-Velhos - mensagem espírita
"Todos os espiritistas do país se lhe reúnem pelas mais sacrossantas afinidades sentimentais na obra comum, e os seus ascendentes têm ligações no plano invisível com as mais obscuras tendas de caridade, onde entidades humildes, de antigos AFRICANOS, procuram fazer o bem aos seus semelhantes...
Não é raro vermos CABOCLOS, que engrolam a gramática nas suas confortadoras doutrinações, mas que conhecem o segredo místico de consolar as almas, aliviando os aflitos e os infelizes, ou, então, médiuns da mais obscura condição social, e nas mais humildes profissões, a se constituírem instrumentos admiráveis nas mãos piedosas dos mensageiros do Senhor"
(Humberto de Campos / Chico Xavier)
Enviado pelo médium: Sérgio no Grupo interno da APEU
segunda-feira, 27 de janeiro de 2020
Entrevista imaginária
Lemos um artigo que falava de uma suposta entrevista com Deus. Alguém imaginou que um repórter se achegou ao Soberano Senhor e lhe perguntou: O que mais o surpreende a respeito dos homens?sexta-feira, 24 de maio de 2019
Parábola do fermento
Não há quem ignore o processo da panificação. Lança-se um tanto de fermento na massa de farinha, mistura-se e espera-se que fique toda levedada, para o que muito concorre o calor. Aparentemente, quem vê a massa não diz que tem fermento; entretanto, depois de algumas horas, a própria massa levedada acusa a presença do mesmo.
Assim é o Reino dos Céus: o homem não se pode transformar, de simples e ignorante, em elevado e sábio de um momento para outro, como o levedo não transforma a farinha na mesma hora em que nela é posto.
Aos poucos, à medida que ouve a voz dos profetas, a palavra dos emissários do Alto, a inteligência do homem se vai esclarecendo e o seu Espírito se transforma: ele assimila o Reino dos Céus, que à prima facie lhe pareceu um enigma, mas depois se lhe apresentou positivo, racional, lógico.
Quem diria que uma só medida de fermento, em três medidas de farinha, leveda a mesma? É preciso, porém, lembrar QUE O CALOR, não só na farinha para o pão, como também no homem, para a transformação de Espíritos, É INDISPENSÁVEL. E ESTE CALOR PODE TRADUZIR-SE NA ATIVIDADE QUE EMPREGAMOS PARA O PROGRESSO QUE SOMOS CHAMADOS A CONQUISTAR. — Cairbar schutel (Parábolas e ensinos de Jesus)
Fonte: http://gotasdeluzepaz.org/
segunda-feira, 22 de abril de 2019
Meditar... Respirar
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 168, do livro
Caminho Verdade e Vida, pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB e no
cap. 1, do livro Momentos de Esperança, pelo Espírito
Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco,
ed. LEAL.
Em 22.4.2019.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
Ano Novo
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Oração para Fluidificação da Água
Peço a Deus, o Princípio Onipresente, Onisciente e Onipotente, e ao Cristo Planetário, forças para as Legiões Angélicas ou Mensageiras, para que possam lutar contra o Mal, em qualquer forma que se apresente, e vencê-lo.
Rogo a Deus, que enviou o Verbo Modelo, para entregar o Glorioso Pentecostes, ou Derrame de Dons Mediúnicos para toda a carne, para que a Humanidade tenha realmente dignos medianeiros, que dêem de graça o de graça recebido, nutrindo verdadeiro respeito à Doutrina do Caminho.
Como encarnado, sujeito a necessidades, doenças, dores, aflições, e também sujeito à morte física e responsabilidade perante a Justiça Divina, rogo o dom do bom discernimento espiritual, assim como rogo, para o corpo, as energias e os fluídos a serem depositados nesta água.
E como quem tanto necessita e roga, reconhecido agradeço a Deus, às Legiões Angélicas e Socorristas e ao meu Espírito Guia ou Anjo Guardião.
Como agir para obter água fluidificada ou energizada:
Ter um vasilhame branco, litro, garrafa ou copo.
Enchê-lo com água bem limpa.
Se o cobrir, será com pano branco, não rolha.
Ler a ORAÇÃO PARA A FLUIDIFICAÇÃO DA ÁGUA.
Convém ler a ORAÇÃO A BEZERRA DE MENEZES (texto abaixo).
Ao tomar a água, aos goles, pensar em Deus e nos Guias Médicos.
Quando o vasilhame estiver com água pela metade, não deixar esvaziar, tornar a enchê-lo.
Para pessoas doentes, a água deve ser feita para ela, não todos.
Saber que, como os Anjos ou Espíritos Mensageiros colocam na água os elementos necessários, não estranhar quando venha a ter gostos e colorações diferentes, ao tomar a água.
Nós Te rogamos, Pai de Infinita Bondade e Justiça, as graças de Jesus Cristo, através de Bezerra de Menezes e suas legiões de companheiros.
Que eles nos assistam, Senhor, consolando os aflitos, curando aqueles que se tornem merecedores, confortando aqueles que tiverem suas provas e expiações a passar, esclarecendo aos que desejarem conhecer a Verdade e assistindo a todos quantos apelam ao Teu Infinito Amor.
Jesus, Divino Portador da Graça e da Verdade, estende Tuas mãos dadivosas em socorro daqueles que Te reconhecem o Despenseiro Fiel e Prudente; faze-o, Divino Modelo, através de Tuas legiões consoladoras, de Teus Santos Espíritos, a fim de que a Fé se eleve, a Esperança aumente, a Bondade se expanda e o Amor triunfe sobre todas as coisas.
Bezerra de Menezes, Apóstolo do Bem e da Paz, amigo dos humildes e dos enfermos, movimenta as tuas falanges amigas em benefício daqueles que sofrem, sejam males físicos ou espirituais. Santos Espíritos, dignos obreiros do Senhor, derramai as graças e as curas sobre a humanidade sofredora, a fim de que as criaturas se tornem amigas da Paz e do Conhecimento, da Harmonia e do Perdão, semeando pelo mundo os Divinos Exemplos de Jesus Cristo
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
Aconteceu - Trabalho especial de Mesa Branca 2017
Graças a Deus e com as bençãos do Divino Cristo, muitos foram os irmãos espirituais que puderam ser atendidos e devidamente encaminhados para as hostes de tratamento. Além disso, durante os trabalhos recebemos mensagens psicografadas.
No final, a corrente de Pretos-Velhos se fez presente para o atendimento de passes aos assistentes.
Como em outras oportunidades, mais uma vez pudemos contar com a participação de Pai Dermeval como membro integrante da mesa.
Fotos tiradas no momento da distribuição da água fluidificada:
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Melhora da saúde antes do desencarne
Ramatis: O confrangimento, o desespero e a inconformação dos familiares e amigos, em tordo do agonizante, produzem filamentos de magnetismo denso, que imantam o espírito desencarnante ao seu corpo material, como se se tratasse de vigorosas cordas vivas a susterem a alma em agonia. Conforme podereis comprovar pela extensa literatura espírita, há casos em que os espíritos assistentes dos desencarnantes procuram neutralizar esses efeitos perniciosos, lançando mão do estratagema de restaurarem as forças magnéticas do agonizante e fazendo o seu organismo físico obter visível recuperação de vida. Ante a melhoria súbita - que é muito comum nos fenômenos da agonia - acalmam-se os temores dos familiares e cessa a angústia que retinha o espírito no corpo carnal; abrandam-se ou extinguem-se, então, os fios magnéticos que imantam o moribundo à carne, porque as mentes dos presentes também deixam de produzir essas forças magnéticas negativas e agrilhoantes, que resultam de grande ignorância espiritual dos encarnados a respeito do fenômeno da morte corporal e da imortalidade do espírito. Essa súbita convalescença na hora da agonia, muito comentada na Terra, é que deu lugar ao velho rifão; "Melhora do moribundo, visita da morte!"
Fonte: Ramatis - "A Vida Além da Sepultura"
Extraído do Jornal Umbanda Branca - AnoIV – Nº. 35 – Maio/Junho/Julho-2008
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
A postura do pai
São pequenas histórias que contêm grandes lições.
O povo rude da época não possuía condições de compreender a amplitude das ideias do Mestre Divino.
Por isso, Ele sabiamente vestiu Suas ideias com uma capa de alegoria.
Cada qual identifica nessas histórias um ensinamento de acordo com seu nível de entendimento.
O Espiritismo lança luzes sobre uma série de questões que, por muito tempo, permaneceram incompreensíveis.
É interessante refletir sobre as parábolas tendo em mente princípios espíritas, como a reencarnação e as leis de liberdade e de causa e efeito.
A parábola do filho pródigo é emblemática, pelas graves reflexões que suscita. Dentre elas, chama a atenção a postura do pai.
Ele é instado por um dos filhos a lhe fornecer recursos para sair pelo mundo.
Generosamente, atende o pedido do filho.
Quando esse retorna, em triste estado, não o recrimina.
Ao contrário, recebe-o com festas e presentes.
Perante o outro filho, que se revela ciumento, também sua conduta é generosa e compreensiva.
Vai até o mancebo e o exorta a se alegrar pelo retorno do irmão que estivera perdido.
Ele compreende as fraquezas de seus rebentos e não se agasta, não recrimina e nem afasta nenhum deles.
É possível vislumbrar na figura desse pai sábio e amoroso a representação da Divindade.
Deus fornece recursos para que Seus filhos se lancem no mundo. Ele dota todos os Espíritos de variados talentos e permite que façam o que desejam.
Essa postura atesta a lei de liberdade que vigora no Universo.
Todos são livres para escolher o modo como desejam viver.
Entretanto, é necessário arcar com as consequências das opções feitas.
Deus não pune ninguém, pois não se ofende com os erros de Suas criaturas.
Ele fornece tantas oportunidades quantas sejam necessárias para que cada Espírito aprenda suas lições.
As reencarnações se sucedem, enquanto o Espírito constrói em si o respeito às leis divinas e se pacifica.
O pai de braços abertos ao filho pródigo simboliza a eterna boa vontade de Deus para com todos os Espíritos.
Ele não se cansa de esperar e jamais deixa de amar, por longas que sejam a rebeldia ou a ilusão.
Afinal, sabe que sempre chegará o momento de glória da paz conquistada e da harmonia construída no íntimo do ser.
A conduta do pai perante o filho enciumado contém o ensinamento da lei de fraternidade que deve reger as relações humanas.
Ele exorta o rapaz a se alegrar pelo resgate do irmão.
Tem-se aí a lição de que não é suficiente obedecer regras e viver retamente.
A plenitude da evolução só se dá quando o Espírito lança um olhar generoso ao seu próximo e lhe estende as mãos.
Pense nisso!
Redação do Momento Espírita
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Apoios esquecidos

em palestra de Divaldo Pereira Franco.
Em 17.10.2018




















