terça-feira, 25 de janeiro de 2011

ACONTECEU: OUT/2010 A DEZ/2010

Demorou, mas valeu a pena!
Finalmente conseguimos colocar no nosso blog as fotos dos eventos ocorridos no período entre outubro e dezembro de 2010.
Veja abaixo cada um dos eventos e mate a saudade:


LOUVAÇÃO A IEMANJÁ
Dia 11/12/2010


























































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1º FESTIVAL DE CURIMBAS DA CIDADE TIRADENTES
Representaram a APEU:
- Pai Silvio Mattos - Jurado
- Ogã Sandro Mattos - Toque e canto































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SEMINÁRIO AFRO-UMBANDISTA LUZ E VERDADE
Local: Faculdade Zumbi dos Palmares
Dia 28/11/2010


















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PALESTRA DE PAI SILVIO MATTOS NA AUEESP
Relançamento da obra:
A Trajetória de Um Guardião Viking
Madras Editora
Dia 14/11/2010



























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1ª SEMANA DA UMBANDA NA CIDADE DE SÃO PAULOSob a coordenação do Vereador Quito Formiga, a cidade de São Paulo viu ser aprovada a Lei que determina 15 de novembro com o “Dia Oficial da Umbanda e do Umbandista”.
Em comemoração, a comunidade lançou a SEMANA DA UMBANDA em SP, e a APEU se fez presente em várias oportunidades, dando sua pequena contribuição para essa data que entra pra história da Umbanda na região.
15/11/2011 - SEGUNDA-FEIRA
ABERTURA DA SEMANA DA UMBANDA
APRESENTAÇÃO DE CURIMBAS E CONGÁ VIVO DA FUGABC
LOCAL: P.E.R.MOOCA

























17/11/2010 - QUARTA-FEIRA
OFICIALIZAÇÃO DA LEI DO DIA DA UMBANDA
CÂMARA DOS VEREADORES SP
Representou a APEU: Pai Silvio Mattos (Presidente)
(não temos fotos)

18/11/2010 - QUINTA-FEIRA
APRESENTAÇÃO DE CURIMBAS
Representou a APEU como expectadora: Ariane Aguiar (diretora)
(não temos fotos)

20/11/2010 - SÁBADO
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
SEMANA DA UMBANDA
ENTREGA DAS MEDALHAS ZUMBI DOS PALMARES
LOCAL: C.R. TIETÊ



















































21/11/2011 - DOMINGO
FECHAMENTO DA SEMANA DA UMBANDA
LOCAL: CLUBE REGATAS TIETÊ
PALESTRAS DIVERSAS

















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UMBANDA FEST 2011
BAURU/SP
Coordenação: Ricardo Barreira
Dia 07/11/2010
A APEU se fez representar pelos membros: Ogã Sandro Mattos e as médiuns: Ariane Aguiar e Telma Britto.
Caravana: Aldeia de Caboclos




















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RITO DE LOUVAÇÃO A SENHOR OBALUAÊNo dia 06/11/10 a APEU realizou seu tradicional ritual anual: Flores de Obaluaê.
Na oportunidade recebemos a visita da Mãe Tereza de Jesus da Silva e filhos da Tenda de Umbanda Caboclo Eru.




















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1ª FESTA DO CABOCLO BOIADEIRO DA JUREMA E SEUS COMPANHEIROSAconteceu no dia 23/10/2011 a primeira festa em homenagem aos boiadeiros na APEU. Tivemos a presença de vários convidados, como:

- Pai Willian de Oxalá (TUB Seara de Jesus)
- Pai Dermeval de Oxossi (TUB Caboclo Girassol)
- Pai Renato e Mãe Jacira (TU Cabocla de Iansã)
- Pai Marcelo Gutierrez (escritor umbandista)
- Pai Helinho de Oxalá (C.E.R.E.J.A)
- Mãe Lena
- Mãe Ivone (Suzano/SP)

Na mesma data ocorreu o batismo do pequeno Gabriel, filho dos médiuns da casa: Ogã Sidney e Janaina.

Aconteceu também o fechamento da 7ª obrigação dos Ogãs: Sandro, Cristiano, Sidney, Rogério, Willian, Dimas e Ted, realizado sob a coordenação do Caboclo Boiadeiro da Jurema.

Veja as fotos:
























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APEU PRESENTE NO EVENTO DA AUEESP
SAUDAÇÃO A OXUM
LOCAL: PARQUE EDUC. ESPORT. MOOCA
17/10/2010






























segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

17/01/2011 - APEU FAZ HOJE 30 ANOS DE FUNDAÇÃO



APEU COMPLETARÁ 30 ANOS EM JANEIRO DE 2011 – PARABÉNS!A Associação de Pesquisas Espirituais Ubatuba – APEU, uma instituição umbandista, que atua dentro linha de Umbanda Branca, completará no dia 17 de janeiro de 2011, seus 30 anos de fundação.
Presidida desde sua função pelo sacerdote umbandista, Silvio F.Costa Mattos, o Pai Silvio Mattos como normalmente é chamado, a casa tem como mentor, o Caboclo Ubatuba, entidade da linha de Oxalá, que visa acima de tudo, trazer aos seus filhos de fé, ensinamentos que os conduzem a uma evolução moral e espiritual, bem como, atuar em trabalhos de cura.
A APEU, assim como todas as organizações religiosas, já teve muitos adeptos que participaram por um tempo da casa e hoje seguem outras veredas, mas ainda tem membros fundadores que fazem parte da sua corrente mediúnica. Aliás, o número de membros que estão na mesma há muitos anos é considerável. Mesmo assim a casa está sempre de portas abertas para receber novos irmãos que venham em busca de uma orientação, de um aconselhamento espiritual.
Nos últimos anos a casa tomou um vulto maior, especialmente depois do seu Jubileu de Prata, quando a lançou livros de seu sacerdote (Pai Silvio – O Arraial dos Penitentes e A Trajetória de Um Guardião Viking) e do Ogã Sandro Mattos (O Livro Básico dos Ogãs). Também lançou o informativo mensal: Jornal Umbanda Branca, distribuído em lojas de artigos religiosos e especialmente na internet, onde se atinge um público muito maior. Ainda participou com êxito em Festivais de Curimba de SP e teve uma boa classificação no Atabaque de Ouro 2010.
Somam-se aos trabalhos da tenda, os Cursos Gratuitos como: Teórico sobre Mediunidade, Básico de Umbanda (ambos realizados desde os anos 80), Cânticos de Umbanda e não poderíamos deixar de falar na Evangelização Infantil (ambos em 2011 completam 04 anos).
O Projeto Aruanda, que distribui alimentos a moradores de rua e a pessoas carentes também é um dos trabalhos mais conhecidos na instituição.
Para conhecer o ritual da casa, dias de trabalhos espirituais e muito mais, entre no site da APEU – www.apeu.rg.com.br e para saber as novidades entre no blog http://apeuumbanda.blogspot.com
No dia 22 de janeiro a APEU realizará sua homenagem a Senhor Oxóssi e comemorará seu 30º aniversário, contando com a presença de vários irmãos de fé (veja convite no site da Rádio Raízes de Umbanda).

APEU – 30 ANOS DE FÉ, AMOR E CARIDADE.

Fonte: Site Rádio Raízes de Umbanda


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Compreendendo melhor - UMBANDA BRANCA

A Linhagem de Umbanda Branca, dentro do contexto da Umbanda UNA, cheia de cores, rituais distintos e acima de tudo, muito amor ao próximo.


Muito se fala em não utilizarmos sub-denominações quando nos referimos a religião de Umbanda.
A Umbanda é, sem dúvida, uma religião UNA, ou seja, tem uma base ÚNICA, uma ESSÊNCIA PRÓPRIA e seu nome já diz: UM (única) BANDA (lado, parte), porém, dentro da sua singularidade, existem particularidades que diferenciam as diversas instituições quando se diz respeito à sua forma de praticá-la.
No UNO encontramos a “manifestação do espírito para a caridade”, falada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas em 1908. E isso pode ser observado até mesmo nas casas que não crêem que o nascimento da Umbanda foi em Neves – Niterói/RJ, com o médium Zélio Fernandino de Morais.
No UNO veremos também a presença, sempre marcante, dos Caboclos e Pretos Velhos, a base filosófica e ritualística da religião, com suas formas bem típicas de trabalhar.
Teríamos outras observações a serem colocadas dentro do UNO, do UM da BANDA, mas não podemos deixar de relatar que, assim como aconteceu com outras religiões, a Umbanda cresceu, durante um tempo até de forma desordenada, e, com esse crescimento, novas formas de atuação, visão e conhecimento foram surgindo. Lembrando que a religião umbandista não tem um livro base, uma única direção literária, ou mesmo uma administração central que rege suas diretrizes ritualísticas, como ocorre em outros segmentos como o Católico e Espírita, temos, como principal fonte de informações, os ensinamentos baseados no conhecimento das entidades manifestantes nos milhares de terreiros pelo Brasil e mundo afora e a tradição oral somada ao conhecimento adquirido de cada sacerdote em sua vida religiosa, pré e pós seu acesso ao culto umbandista. Se levarmos em conta que cada espírito tem sua individualidade (não existem dois seres idênticos no universo) fica fácil perceber o porquê destas diferenças entre as casas, mesmo dentro de uma base similar. Se lembrarmos que cada entidade tem um grau de conhecimento e elevação espiritual próprios, essas diferenças ficam ainda mais fáceis de serem identificadas. Tudo isso sem esquecer que tratamos com mentores de linhas, falanges e bandas que muitas vezes, em nada ou quase nada se assemelham, tanto nas diretrizes de trabalho, como nas especialidades.
Tudo isso foi colocado, para mostrar que o referido artigo não tem a pretensão de indicar que este ou aquele segmento é o correto, que este ou aquele fundamento é o único, muito pelo contrário, mas sim, o de levar aos irmãos desta maravilhosa religião, um pouco sobre uma das partes que se une a esse conjunto: a Umbanda Branca. 
Umbanda tem cor? Na maioria das vezes, essa é a primeira questão colocada, quando se tenta falar em Umbanda Branca. A resposta, do ponto de vista energético, é: claro que tem, e não é só branca, mas sim, a Umbanda vibra em várias cores, dependendo do trabalho realizado.
Então, porque usar o termo “Branca”? O que fez com que esse termo fosse o escolhido? Simples: o branco representa a paz, a limpeza (física e espiritual) que todos procuram num templo religioso. É a cor de Oxalá, que nos cultos que possuem influência afro (entre eles, a Umbanda), é tido como o Orixá Maior. É também a cor que significa justamente a união, pois lembramos que o branco surge exatamente da conjunção das cores. A mesma ainda tem relação com a força que o culto vai trabalhar: a MAGIA BRANCA, que cura, abre caminhos e traz a harmonia aos seres da Criação Divina. Aliás, o termo, Linha Branca de Umbanda não é algo recente, pois vem desde as primeiras décadas do culto no Brasil.
Por essa explicação, caem por terra algumas teorias de adeptos que não praticam essa linhagem, mas que, mesmo a distância, indicam que a mesma seja uma forma preconceituosa de atuar na religião, chegando alguns, inclusive, a mencionar que a mesma seria uma "Umbanda de brancos", onde não se permitia a presença de negros em seu ritual. Tem ainda quem pregue que seja um "embranquecimento" da religião. Em ambos os casos, tratam-se de colocações infelizes, que quem desconhece essa linhagem, ou, o que seria ainda pior, uma posição maldosa, feita por quem não aceita uma casa que tenha como princípios uma religiosidade mais cristã. Uma vertente umbandista com preconceitos relacionados à cor da pele ou mesmo à alguma cultura contradiria tudo o que é a própria Umbanda, uma religião miscigenada, que tem como mentores, principalmente, os espíritos de negros e de índios ancestrais. Desta forma, é claro que esse tipo de acusação trata-se de uma falácia. A Umbanda Branca, assim qualquer outra vertente ritualística, tem e sempre terá espaço para todos, encarnados e desencarnados, que queiram praticar a caridade, dentro dos padrões ritualísticos que a mesma tem em seus fundamentos básicos, afinal, esse é um dos lemas da Umbanda. 

Falando sobre suas características, muitos indicam que a Umbanda Branca é aquela que não trabalha com Exu, não tem atabaque, não usa fumo. Usar apenas isso como descrição pode ser um engano, pois, tudo vai depender do fundamento de cada casa. Mesmo em terreiros que seguem uma prática similar, dificilmente encontraremos dois centros que trabalham exatamente da mesma forma, até porque, como já foi dito, cada mentor tem identidade, grau de evolução e conhecimento próprios.
Existem casas que aboliram tudo: atabaques, imagens, fumo, colares e guias, etc., mas existem as casas de Umbanda Branca que utilizam umas coisas e aboliram outras.
Entre as principais características que poderiam mostrar que a instituição é da chamada Linhagem de Umbanda Branca, é:

- não ter em seus rituais a ingestão de bebidas alcoólicas pelas entidades manifestadas;
- não adotar o uso de fumo pelas entidades ou, quando utilizado, sempre é de forma moderada, nunca ultrapassando os limites do uso especificamente litúrgico e se necessário.
- não cobrar atendimento espiritual em hipótese alguma, seja passes, consultas ou trabalhos especiais;
- não adotar a pratica de mancias (leitura de mão, cartas, jogo de búzios, entre outros);
- não praticar sacrifício de animais;
- não fazer trabalhos que venham prejudicar terceiros, trabalhos amorosos ou com interesses mesquinhos;
- ter a preocupação em levar conhecimento do evangelho cristão e da doutrina umbandista;
- quando possível, praticar ações sociais ou assistenciais;
- não utilizar ou utilizar muito pouco, vestimentas ou paramentos que fujam ao branco ritualístico das vestes;
- não realizar alguns rituais como recolhimento em camarinhas, catulagem, feitura de santo.
- respeito ao meio ambiente;
- pode ainda ter influências marcantes tanto do espiritismo kardecista, como do catolicismo (devido a sua base essencialmente cristã), além de absorver conhecimentos da cultura oriental, especialmente no trato das questões sobre espiritualidade e energia.

No mais, a Umbanda Branca tem tudo aquilo que qualquer outra segmentação umbandista tem, pratica e utiliza, pois como foi dito, a mesma também faz parte do UM desta BANDA que nos envolve.
Ainda assim, pode ter aquele irmão ou irmã que vai perguntar: se existe Umbanda Branca, porque não encontramos a Umbanda Negra? Bom, se a prática dentro da instituição for mesmo umbandista, não se praticará nada que se refere à magia negra ou negativa (ato de usar elementos, rituais, rezas e outras práticas para realizar trabalhos voltados para o mal ou que firam a ética e a moral). E antes que o leitor faça alguma relação equivocada, é bom explicar que, a magia negra aqui indicada não tem nenhuma relação com a magia africana, até porque o uso da magia negativa (ou magia negra, como sempre foi chamada ao longo dos tempos) é relatada na história da humanidade desde os seus  primórdios, nas mais diversas culturas e em todos os continentes. Assim, em resumo, se for praticada esse tipo de magia, não é Umbanda, portanto, do ponto de vista de tipo de energia movimentada, é obvio que não existe "Umbanda Negra" ou "Umbanda Negativa". O que existe são pessoas que se escondem atrás do nome da religião para fazer esse tipo de coisa, na maioria das vezes, para angariar algum tipo de lucro material.
Então, baseados nessa explicação, poderíamos falar que todas as Umbandas são Brancas? Do ponto de vista da magia utilizada, cremos que sim. Porém, ritualisticamente, é claro que não, uma vez que existem outras segmentações dentro deste mesmo UM da BANDA, todos voltados à prática umbandista, com seus rituais similares entre si, porém, também com suas particularidades.
E quanto aos nomes, às denominações; porque utilizá-las se somos todos da mesma BANDA, deste caminho, do UM que nos leva a Deus?
Simplesmente para mostrar aos confrades, irmãos de fé e simpatizantes qual é a ritualística de cada templo. Isso facilita a compreensão tanto dos membros das instituições, como, principalmente, dos muitos que procuram os terreiros em busca de auxilio ou de um direcionamento religioso. A Umbanda é uma colcha de retalhos que tem sua força exatamente nesta diversidade, pois sempre tem uma porta aberta para todas as pessoas que a procura. E aquele que não de identifica com uma casa, cedo ou tarde se encontrará espiritualmente em outra. E isso vale inclusive para o corpo espiritual que fará parte daquela egrégora.
Uma classificação não tem como objetivo separar, mas sim, organizar, até porque, no fundo, se olharmos bem, veremos que teremos em todos os núcleos, sejam eles chamados de terreiros, centros, associações, ou tendas, um pouco de cada subdivisão, e, à partir daí, o que fará com que associemos uma instituição a fazer parte de um conjunto global e similar de rituais, será a maior ou menor quantidade de características desta ou daquela denominação.
Assim, além da Umbanda Branca, que é essencialmente cristã, evolutiva e doutrinária (relembrando que todas as tendas usam desta força: a magia de amor e paz, a energia da magia branca) encontraremos outras tantas vertentes marcantes e bem conhecidas no nosso meio, todas com uma doutrina a ser seguida, mas que acabam influenciando a religião como um todo, pois, praticamente todas as casas terão alguma coisa de todas elas, como por exemplo: a Umbanda Tradicional (muito embora todas as tendas devem e muitas procuram manter a tradição para não perdermos nossa raiz, muito embora cada uma tenha novas visões do conjunto ritualístico), a Umbanda Esotérica (mesmo que todas as casas possuam um pouco de esotérico em seu ritual, desde o uso de sinais, incensos e outras coisas mais), a Umbanda Cabalística (note que o ponto riscado utilizado pelas entidades de todos os terreiros é uma expressão típica dos cultos cabalísticos), a Umbanda Sagrada (em resumo, a Umbanda por si só é sagrada, não é mesmo?), a Umbanda Africanista (o umbandista da maioria das casas saúda as energias divinas ou seres de alta elevação, independente da forma de visualizar essas forças, chamadas de Orixás, bem como utiliza termos próprios dos cultos de raiz africana), entre outras formas de se praticar a CARIDADE e o AMOR AO PRÓXIMO, preconizados dentro de cada terreiro, unindo conhecimentos diversos, numa mesma base filosófica e religiosa, ou seja, neste mesmo UM que une todos nós nesta BANDA, que acima de tudo é DIVINA e que tem, como principal objetivo, elevar nossos padrões de conhecimento e grandeza espiritual.
Umbanda é Umbanda, independente das diretrizes tomadas, mas é, acima de tudo, a religião que nos dá a certeza que somos todos filhos de um mesmo PAI, seja ele chamado de Zambi, Olorum, Tupã ou Deus.

Sandro da Costa Mattos – texto escrito em 05/01/2011
Ogã Alabê da APEU – Associação de Pesquisas Espirituais Ubatuba
Coordenador da Web Rádio Raízes de Umbanda
Sites: www.apeu.rg.com.br e www.raizesdeumbanda.com
Contato: scm-bio@bol.com.br


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O texto abaixo foi escrito para a edição especial de final de ano da Revista Guardiões da Luz, na passagem de 2006 para 2007.
Porém, é ainda muito atual.
Leia, pare, reflita e mude!

FINAL DO ANO.
PARE UM MOMENTO E REFLITA!Olá leitores e amigos da Revista Guardiões da Luz!
Foi com imenso prazer que recebi o convite para escrever para esse que é um dos principais meios de divulgação do espiritualismo.
Como se trata de uma edição especial para o final do ano, pensei bem e resolvi escrever algo que não fosse relacionado somente aos Ogãs e curimbeiros, mas sim, a todos os meus irmãos-de-fé.
O ano está acabando e você umbandista, seja médium ou simpatizante, já parou para pensar um pouco e refletir em tudo o que foi ensinado pelas Entidades? Será que todas as mensagens, muitas vezes passadas numa simples frase, foram realmente absorvidas? O que você fez para mudar, buscando melhorar o seu modo de ser? E como servidor do Exército Branco de Oxalá, teria sido um soldado fiel, sempre pronto à prática da caridade e ao combate contra as forças do mal?
É comum, em todo segmento (religioso ou não), que alguns sejam mais dedicados do que outros, mas aqueles que deixam de cumprir com seu papel, estariam sendo justos? Lógico que a tenda de Umbanda não deve ser um local para reuniões de fanáticos, mas se cada um arcasse pelo menos com sua obrigação, o que já é bom, seria ainda melhor.
O Caboclo Ubatuba, mentor espiritual da APEU, (instituição umbandista a qual sou Ogã há 22 anos), sempre que pode, associa sua casa a um lindo jardim, onde cada um dos seus filhos representa uma flor. Ouvindo essas palavras, muitos se enchem de alegria, mas esquecem que, como flores do seu canteiro, precisam dos seus cuidados para não se tornarem em uma planta murcha ou seca. Para isso, o mínimo que se exige, é que se façam presentes nos trabalhos espirituais, aproveitando, ao máximo os momentos onde ele nos rega com sua luz e com as bênçãos trazidas de Oxalá.
E como nossa casa, saiba que cada tenda de Umbanda um jardim, cujo jardineiro é seu Mentor Espiritual, e este, como Pai e Protetor, sempre estará disposto a cuidar de todas as suas flores.
Irmão-de-fé! Pare um minuto. Pense. Reflita. Aproveite a chegada do ano que se aproxima e faça uma poda em si próprio, eliminando suas possíveis doenças morais e espirituais. Seja uma flor mais forte, cuja raiz firme sustentará os brotos que renovarão sua mediunidade para que então possa exalar, com mais facilidade, o perfume divino que talvez ainda esteja escondido dentro de você.
Desejo a todos um ano vindouro de paz, saúde e felicidade, e se Zambi permitir, nos encontraremos novamente em 2007, falando sobre a nossa querida Umbanda e um dos seus principais fundamentos: a curimba.
Saravá!
Texto de Sandro da Costa Mattos
Ogã Alabê da “APEU” – Associação de Pesquisas Espirituais Ubatuba

Templo de Umbanda Branca do Caboclo Ubatuba
Autor da obra: O LIVRO BÁSICO DOS OGÃS – Ícone Editora
Contato: scm-bio@bol.com.br


Relembrando: o texto acima foi escrito em Dezembro de 2006.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A APEU deseja a todos: Feliz Natal e Próspero Ano Novo


Celebra o nascimento de Cristo no berço da tua consciência.
Sente o Cristo no teu coração, na natureza, no espaço e no
amor universal. Rompa as barreiras de casta, de cor, de raça, de religião, para que o teu coração se dilate tanto que possa conter o amor crístico por toda a criação.
Celebrando o nascimento da onicisciente, onipresente Consciência Crística na alegre festividade do Natal do teu despertar interior, encontrarás a felicidade com que sempre sonhaste. Deixa que a Consciência Crística retorne à Terra uma segunda vez e nasça em ti, assim como se manifesta em Jesus.