quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Aconteceu - Louvação a Iemanjá na APEU

No dia 06 de dezembro a APEU realizou em sua sede, mais uma louvação a Iemanjá e a todo Povo D'água (Oxum, Nanã, Iansã e Marinheiros).
Na ocasião, foi realizado o batismo da pequena Marcella Yara, filha dos nossos assistentes Jonathas e Ariana.
Como foi a última gira do ano de 2014, vários médiuns aproveitaram para agradecer ao mentor, Caboclo Ubatuba pela proteção que tiveram e pela oportunidade de participar da sua casa de caridade.
Os presentes foram atendidos pelos falangeiros de Ogum e depois puderam agraciaram as entidades das águas com flores e perfumes entregues nos balaios das oferendas.
No final, após a prece a Iemanjá, formou-se a tradicional corrente reluzente.

Fotos:











quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Chegou 2015 - Que Ogum nos proteja !

Chegou 2015 e esperamos ter um ano cheio de realizações, muita prática caritativa, que, de uma forma ou de outra, está diretamente vinculada à evolução daqueles que buscam nossa singela casa de luz, não só como assistentes, mas também, daqueles que fazem parte da corrente mediúnica.
Na última gira do ano passado o nosso mentor, Caboclo Ubatuba, falou que, independente do que outras pessoas viessem nos falar, 2015 para os filhos da casa dele estaria sob a vibração de Senhor Ogum, pedindo então, para os membros da engira acendessem suas velas vermelhas buscando a força e a proteção do Orixá das guerras e dos metais.
Mais adiante notamos que na mídia e nas redes sociais, muitas casas também citaram Ogum como o Orixá regente do ano. Tal informação foi confirmada até mesmo para os estudiosos da astrologia, que indicaram que 2015 seria o ano de Marte, o planeta vermelho que possui ligação direta com Ogum.
Se por um lado teremos o comando de um grande guerreiro que nos protege na luta contra as demandas espirituais e até mesmo contra as demandas da vida, por outro nos mostra que será também um ano de batalhas, de lutas, onde os filhos de fé deverão mostrar sua bravura e sua determinação no ato de servir a esse Exército Branco de Oxalá chamado Umbanda. A luta contra as forças do mal é contínua e devemos estar sempre atentos aos ensinamentos das entidades de luz, sem esquecer de lembrar que somos intermediários de energias que encontram num médium, um campo aberto para suas atuações. Por isso mesmo é importante cumprir a missão da forma mais reta possível, onde aqui também se aplica o "orar e vigiar" citado por Jesus há cerca de 2000 anos.
Neste giro do sol que se inicia, nossa instituição apagará mais uma velinha, a 34ª desde sua fundação.
Agradecemos a todos que durante todos esses anos nos ajudaram de uma forma de outra. Independente do tempo que estiveram conosco e principalmente aos que ainda estão, alguns desde a fundação ou que chegaram na casa quando esta ainda engatinhava como templo religioso, só temos que agradecer. Todo aquele que, pelo menos um dia ao menos se doou para um irmão necessitado, foi importante para que os objetivos fossem alcançados. 

Saravá!

A diretoria

O Escultor de Almas

O nobre carpinteiro de Nazaré era um extraordinário escultor de almas.
Numa época plena de preconceitos e discriminações, Ele acolhia a todos.
À mulher adúltera convidou que se erguesse, recompusesse sua vida, mas não tornasse a errar.
Ele frequentava a casa de amigos, conhecidos e até de desconhecidos, e com eles fazia as refeições. Enquanto se alimentava, oferecia o pão da vida aos que partilhavam a refeição.
Conhecedor das limitações humanas, amou incondicionalmente a Humanidade. Ofertou o perdão como dádiva generosa para que a criatura tivesse a chance de recomeçar, de tentar outra vez e outra mais.
Refinado na arte de pensar, ensinava tesouros de sabedoria com poucas palavras.
Os mansos herdarão a Terra, lecionou. Diferente do poder do mundo, Ele prometia os territórios do Seu reino para os que vivenciassem a mansidão.
Estimulando os homens a pensar, convidou a que observassem os pássaros do céu e as flores dos campos. Nas entrelinhas, Ele ensinava que o homem deve aprender a olhar para a natureza e desfrutar da sua beleza. Deve erguer os olhos ao céu e não somente mantê-los fixos nas coisas da Terra.
Profundo conhecedor da alma humana, trabalhava a emoção das criaturas.
Tomou a juventude do Apóstolo João, arrebatado, e lhe esculpiu a emoção. Ele se tornou o poeta do amor.
Tomou da experiência do Apóstolo Pedro e o convidou a ser pescador de almas.
Ouvindo a disputa entre os discípulos, discorreu sobre quem seria o maior, no reino dos céus.
Tomou da lâmina do Seu exemplo, para entalhar nas suas almas o exato cumprimento do dever. Por isso se fez pequeno, ao ponto de somente admitir estar acima das pessoas quando foi cravado na cruz.
Ouvia perguntas absurdas e pacientemente trabalhava nos becos da alma dos que O buscavam.
Tomou de uma semente de mostarda para falar do vigor da fé. Serviu-se de imagens da natureza para as lições da sabedoria.
Tudo para ensinar que nas pequenas coisas se escondem os mais belos tesouros.
Escultor de almas, trabalhou pacientemente as pessoas consideradas escórias da sociedade. A todas ensinou a arte de amar.
Trabalhou com pessoas difíceis para mostrar que vale a pena investir no ser humano.
Finalmente, ensinou com Seu exemplo que a felicidade não está nos aplausos da multidão ou no exercício do poder.
A Sua conduta expressou que a felicidade se encontra nas avenidas da emoção e nas vielas do Espírito.

*   *   *

Aprendamos com o Mestre da vida a ter uma vida rica social e emocional.
Voltemos a fazer coisas simples. Andemos descalços na areia, cuidemos de plantas, criemos animais.
Façamos novos amigos, conversemos com vizinhos, cumprimentemos as pessoas com um sorriso.
Leiamos bons livros, meditemos sobre a vida, escrevamos poesias.
Rolemos no tapete com as crianças, façamos do nosso ambiente de trabalho um oásis de prazer e descontração.

Redação do Momento Espírita, com base no  cap. 2, do livro O mestre do amor, de Augusto Cury,
Academia de Inteligência (Coleção Análise da Inteligência de Cristo).

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Convite - Louvação a Iemanjá na APEU


Revista Caminho Espiritual - matérias com a APEU

A Revista Caminho Espiritual, edição nº 34 e que já está nas bancas, traz como tema a Umbanda.
Destacamos dois artigos escritos pelo nosso Alabê Sandro Mattos, um falando sobre a Umbanda Branca e outro sobre os atabaques.
A revista está muito boa, com matérias de grande profundidade e muitas fotos (inclusive algumas que mostram giras realizadas na APEU).

Boa leitura!

Aconteceu: 6º Festival de Curimbas da UDU

No último domingo, fechando os eventos em comemoração ao aniversário da Umbanda em São Paulo, a APEU esteve presente no 6º Festival de Curimbas da União dos Divulgadores de Umbanda - UDU, realizado na Quadra da Rosas de Ouro.
A nossa curimba, como campeã do 1º festival, no ano de 2009, foi convidada especial e apresentou 3 cantigas, saudando Exu da Maré, Seu Zé Pelintra (entidade homenageada - tema do festival deste ano) e os Pretos Velhos (com o ponto Adorei as Almas).
Pai Silvio Mattos e o Alabê Sandro Mattos foram jurados nos quesitos intérprete e curimba.
Destaque para a irmandade encontrada no local, inclusive com uma apresentação espontânea dos grupos concorrentes, entoando, todos juntos, um ponto que falava de união.
Próximo ao final do evento, o Ogã Sandro voltou ao palco para uma apresentação em conjunto com os irmãos da Escola de Curimba Tambor de Orixá.

Fotos:



























Por que surgiram tantas diferenças ritualísticas entre as tendas umbandistas?

As diferenças surgiram justamente porque a Umbanda abriu portas para espíritos das mais diversas classes evolutivas e com graus de conhecimentos diferentes entre si.
O que um Guia sabe o outro poderá não conhecer, pois também são espíritos em evolução e aprendizado constantes. Também não podemos esquecer que cada entidade tem sua personalidade e, através do seu nível vibracional, atuará em trabalhos específicos, dentro de um conhecimento próprio e de um fundamento direto com sua linha, falange, banda, etc. Como a Umbanda não tem um livro único, e baseia-se principalmente na orientação dos mentores espirituais de cada templo, cada casa umbandista é um universo próprio. Por exemplo: uma casa dirigida por um Caboclo de Oxalá dificilmente se assemelhará a uma dirigida por um Baiano. O mesmo pode ser notado entre uma tenda comanda por um PretoVelho das Almas, de outra orientada por um falangeiro de Ogum. Como dito anteriormente, são personalidades e fundamentos totalmente diferentes. Óbvio que vários serão
os detalhes semelhantes em todas as casas, pois, se assim não fosse, a Umbanda não poderia ser uma religião, uma vez que, para ser considerada como tal precisa ter uma base similar, mas certas particularidades
surgiram e continuam surgindo a cada dia, de acordo com os ensinamentos que os Guias e Mentores de Luz vão repassando aos filhos de fé, afinal de contas, se este orbe é uma grande escola, a Umbanda é a nossa sala de aula.

Texto de: Sandro C. Mattos – 26/08/2008

Fonte: JORNAL UMBANDA BRANCA 
           ANO V – Nº. 40 – JUNHO a SETEMBRO / 2009 

Aconteceu: Fórum Inter-Religioso no Centro da Cultura Judaica

Na noite de 18 de novembro, aconteceu no Centro da Cultura Judaica, localizado no bairro do Sumaré, um fórum inter-religioso em comemoração ao aniversário da Umbanda.
Na ocasião, muitos baluartes estiveram presentes para prestigiar o evento e a homenagem feita a dois líderes da Umbanda em São Paulo: Mãe Maria Imaculada e Pai Jamil Rachid.
O evento foi organizado pela irmã Juliana Ogawa, representante da Comissão Contra a Intolerância Religiosa da OAB.
A APEU foi representada pelo seu presidente e sacerdote Pai Silvio Mattos, pela madrinha Cleide Mattos e pelo Ogã Wanderlei Cunha.

Fotos: