quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Conduta, doutrinação e meditação


Aos irmãos de fé!

Na busca constante de uma melhor preparação espirito-mediúnica dos membros da nossa casa, disponibilizamos mais 3 textos que nos conduzem ao conhecimento e às práticas elevadas para o bom desempenho como ferramenta da espiritualidade maior, lembrando que, na próxima sexta-feira, às 20:30 h, a APEU realizará seu último trabalho do ano, este especial, por ser uma sessão específica de cunho Kardecista, chamado por nós da Umbanda de Sessão de Mesa Branca, onde o teor principal é a orientação, doutrinação e doação de energias em prol dos nossos irmãos desencarnados que necessitam de um amparo espiritual.

Saliento que todos os artigos enviados estão sendo inseridos no nosso blog, que deve ser uma porta de estudo para todos os filhos da casa, pois sempre colocamos artigos de grande profundidade para aqueles que buscam aprender e se aperfeiçoar como médium e como pessoa: http://apeuumbanda.blogspot.com

Contamos com a presença de todos os médiuns, devidamente preparados e cheios de energia e boa vontade, assim como devem ser os verdadeiros trabalhadores da obra cristã umbandista.

Forte abraço e até amanhã, com novas informações!
Sandro Mattos

Secretário - APEU

CONDUTA ESPÍRITA
Do médium

Esquivar-se à suposição de que detém responsabilidades ou missões de avultada transcendência, reconhecendo-se humilde portador de tarefas comuns, conquanto graves e importantes como as de qualquer outra pessoa.

O seareiro do Cristo é sempre servo, e servo do amor.

No horário disponível entre as obrigações familiares e o trabalho que lhe garante a subsistência, vencer os imprevistos que lhe possam impedir o comparecimento às sessões, tais como visitas inesperadas, fenômenos climatéricos e outros motivos, sustentando lealdade ao próprio dever.

Sem euforia íntima não há exercício mediúnico produtivo.

Preparar a própria alma em prece e meditação, antes da atividade mediúnica, evitando, porém, concentrar-se mentalmente para semelhante mister durante as explanações doutrinárias, salvo quando lhe caibam tarefas especiais concomitantes, a fim de que não se prive do ensinamento.

A oração é luz na alma refletindo a Luz Divina.

Controlar as manifestações mediúnicas que veicula, reprimindo, quanto possível, respiração ofegante, gemidos, gritos e contorções, batimentos de mãos e pés ou quaisquer gestos violentos.

O medianeiro será sempre o responsável direto pela mensagem de que se faz portador.

Silenciar qualquer prurido de evidência pessoal na produção desse ou daquele fenômeno.

A espontaneidade é o selo de crédito em nossas comunicações com o Reino do Espírito.

Mesmo indiretamente, não retirar proveito material das produções que obtenha.

Não há serviço santificante na mediunidade vinculada a interesses inferiores.

Extinguir obstáculos, preocupações e impressões negativas que se relacionem com o intercâmbio mediúnico, quais sejam, a questão da consciência vigilante ou da inconsciência sonambúlica durante o transe, os temores inúteis e as suscetibilidades doentias, guiando-se pela fé raciocinada e pelo devotamento aos semelhantes.

Quem se propõe avançar no bem, deve olvidar toda causa de perturbação.

Ainda quando provenha de círculos bem-intencionados, recusar o tóxico da lisonja.

No rastro do orgulho, segue a ruína.

Fugir aos perigos que ameaçam a mediunidade, como sejam a ambição, a ausência de autocrítica, a falta de perseverança no bem e a vaidade com que se julga invulnerável.

O medianeiro carrega consigo os maiores inimigos de si próprio.


“Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil”. — Paulo. (I CORÍNTIOS, 12:7.)

Fonte: Conduta Espírita – Waldo Vieira (Pelo espírito de André Luiz) – FEB
 

NECESSIDADE DA DOUTRINAÇÃO

 
Os Espíritos ao desencarnarem carregam consigo suas virtudes e seus defeitos,
continuando, na vida espiritual, a serem o que eram quando encarnados, pois que a morte não tem o condão de transformar a criatura naquilo que ela não é.

Assim, a grande maioria dos homens, morrendo para a vida física, adentram o mundo espiritual marcados pelos seus vícios e condicionamentos materiais.

As religiões tradicionais, cheias de fórmulas e de misticismo, calcadas na intenção de assustar para converter, em vez de esclarecer

para iluminar, iludem o Espírito que não encontra no além aquilo que esperava. As idéias falsas sobre o céu e inferno e as de repouso para esperar o julgamento final o decepcionam frente à realidade do mundo espiritual, fundamentada na existência da lei de causa e efeito.

Cada um se mostra tal como é, não havendo possibilidade de engodo pela hipocrisia e pela falsa aparência. A ressonância vibratória

marcada no perispírito é traduzida pela aura psíquica de cada um, que reflete a sua condição espiritual e também o chamado peso específico que se fundamenta na elevação dos pensamentos, sentimentos e atos da criatura.

Os que se encontram em posição de perturbação por falta de esclarecimento adequado, ou por renitência normal, ignorantes que são

da lei do amor, necessitam ser orientados, para que em se modificando mentalmente, melhorem de situação espiritual. Por estarem ainda cheios de condicionamentos materiais repelem a ação mais direta dos orientadores desencarnados, necessitando, destarte, um contato com os espíritos ainda mergulhados nos fluídos densos da matéria, ou seja,os encarnados, o que acontece no fenômeno mediúnico.

Os desencarnados falam a eles, mas não os atingem. Porém, em contato com um médium, pelo fato das vibrações serem mais similares, há possibilidade de entendimento. Daí a doutrinação avisa a modificação da forma de pensar e de agir aos Espíritos buscando sua melhora,ensinando-lhes o caminho do bem e do perdão, despertando-os para a necessidade da renovação espiritual, ajudando-os a descobrir o Evangelho de Jesus para sua inteira libertação.

Assim, a doutrinação dos Espíritos desencarnados é de grande importância para apressar ainda mais o progresso do mundo espiritual,

com resultados benéficos no mundo dos encarnados.

 
BIBLIOGRAFIA:

PÃO NOSSO - Emmanuel e Francisco C. Xavier - Cap. 177 - FEB
 

Sete técnicas para meditar e acalmar a mente

A lista de benefícios oferecidos pela meditação não encontra limites. A técnica milenar ajuda a disciplinar e acalmar a mente, trazendo conforto emocional e aumentando nossa capacidade de concentração. "É um exercício ótimo para nos ajudar a lidar com as nossas emoções", diz Maria José Rocha Correia, professora da Associação Palas Athena.

E se você é do tipo que nunca nem pensou em usufruir de tudo isso, apavorado só de pensar na combinação cheiro de incenso mais música instrumental, tem tudo para mudar de idéia. Existem técnicas para todos os tipos de perfil: dá para meditar de olho aberto, vendo uma imagem bonita, entoando mantras ou simplesmente em silêncio, num lugar calmo.

O tempo para sentir todas essas melhoras varia de uma pessoa a outra e tem pouca relação com a duração da prática. "O que conta é a firmeza de propósito, a disciplina e a regularidade para criar o hábito", explica Maria José. É isso mesmo. A meditação é a ginástica da mente, com a vantagem de que bastam 15 minutos diários para desencadear as mudanças na vida dos praticantes.

Há muitas técnicas que conduzem a mente à tranqüilidade. Veja as principais:

Corpo São
Apoios fisiológicos usados para melhorar o estado mental. É uma das mais comuns e simples de fazer. Concentre-se na respiração, nas batidas do coração ou na pulsação do corpo. Sente na chamada pose de índio (ou posição de lótus), com a coluna reta e as pernas cruzadas. Feche os olhos e focalize o fluxo de ar que entra e sai de seus pulmões.

Essa técnica é aplicada no budismo japonês. "Se uma pessoa está ansiosa e agitada, o gesto de inspirar e expirar o ar longamente simboliza expelir o que está incomodando. É a saída do excesso de peso, propiciando um estado de serenidade", explica Maria José. A prática hinduísta do tantrismo se concentram nas pulsações e o taoísmo, baseado na filosofia chinesa, nos batimentos cardíacos. 

Cristã e bhakti-ioga
O foco da meditação são as divindades, orações ou textos sagrados. Resgatada pelo monge beneditino inglês John Main (1926-1982), está baseada na repetição de um mantra (sons). Sente-se com as costas retas em um lugar tranquilo, duas vezes ao dia, no período da manhã e à noite. Feche os olhos e repita o mantra Maranatha, que em aramaico significa "Venha, Senhor. Venha, Senhor Jesus". 


Transcendental
Não requer concentração ou contemplação. É baseada na repetição de um som particular só conhecido pelo iniciado. 


Zen-Budista
Uma das técnicas dessa corrente do budismo é a meditação andando do monge Thich Nhât Hanh. Ao caminhar, conte os passos e sincronize-os com a respiração. 


Dinâmica
Criada, especialmente para os ocidentais, pelo líder espiritual Mohan Chandra Rajneesh, o Osho. A técnica mistura elementos de várias culturas, como músicas, danças e movimentos para se conectar com o presente. 


Raja Yoga
O foco é a reflexão. Sentados numa posição confortável e de olhos abertos, os praticantes mentalizam pontos positivos da natureza humana, como perdão, bondade, generosidade, compaixão e amor incondicional. 

Concentração
Mantras (sons), formas geométricas ou cores são o ponto de atenção. É comum nas práticas hinduístas e budistas. Os praticantes concentram-se num desses aspectos e fazem com que pensamentos e emoções se direcionem a ele. 

Fonte: Minha Vida

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